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quinta-feira, 20 de outubro de 2016
domingo, 16 de outubro de 2016
sábado, 15 de outubro de 2016
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Apenas uma estátua
Certa vez Tan-hsia, monge da dinastia Tang, fez uma parada em Yerinji, na Capital, cansado e com muito frio. Como era impossível conseguir abrigo e fogo, e como era evidente que não sobreviveria à noite, retirou em um antigo templo uma das imagens de madeira entronizadas de Buddha, rachou-a e preparou com ela uma fogueira, assim aquecendo-se.
O monge guardião de um templo mais novo próximo, ao chegar ao local de manhã e ver o que tinha acontecido, ficou estarrecido e exclamou:
"Como ousais queimar a sagrada imagem de Buddha?!?"
Tan-hsia olhou-o e depois começou a mexer nas cinzas, como se procurasse por algo, dizendo:
"Estou recolhendo as Sariras (*) de Buddha..."
"Mas," disse o guardião confuso "este é um pedaço de madeira! Como podes encontrar Sariras em um objeto de madeira?"
"Nesse caso," retorquiu o outro "sendo apenas uma estátua de madeira, posso queimar as duas outras imagens restantes?"
(*) Sariras - tais objetos são depósitos minerais - como pequenas pedras - que sobram de alguns corpos cremados, e que segundo a tradição foram encontrados após a cremação do corpo de Gautama Buddha, sendo considerados objetos sagrados.
Koan: Em que parte de um objeto fica o reverenciado Sagrado?
Certa vez Tan-hsia, monge da dinastia Tang, fez uma parada em Yerinji, na Capital, cansado e com muito frio. Como era impossível conseguir abrigo e fogo, e como era evidente que não sobreviveria à noite, retirou em um antigo templo uma das imagens de madeira entronizadas de Buddha, rachou-a e preparou com ela uma fogueira, assim aquecendo-se.
O monge guardião de um templo mais novo próximo, ao chegar ao local de manhã e ver o que tinha acontecido, ficou estarrecido e exclamou:
"Como ousais queimar a sagrada imagem de Buddha?!?"
Tan-hsia olhou-o e depois começou a mexer nas cinzas, como se procurasse por algo, dizendo:
"Estou recolhendo as Sariras (*) de Buddha..."
"Mas," disse o guardião confuso "este é um pedaço de madeira! Como podes encontrar Sariras em um objeto de madeira?"
"Nesse caso," retorquiu o outro "sendo apenas uma estátua de madeira, posso queimar as duas outras imagens restantes?"
(*) Sariras - tais objetos são depósitos minerais - como pequenas pedras - que sobram de alguns corpos cremados, e que segundo a tradição foram encontrados após a cremação do corpo de Gautama Buddha, sendo considerados objetos sagrados.
Koan: Em que parte de um objeto fica o reverenciado Sagrado?
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Buddha - Além da Palavras
Certa vez estava Buddha sentado sob uma árvore, com os seus discípulos reunidos à
sua volta esperando que ele iniciasse seu discurso. Em determinado momento, Buddha
calmamente inclinou-se e colheu uma flor. Levantou-a à altura de seu rosto e girou-a
suavemente. Seus discípulos ficaram espantados e confusos, e murmuraram entre si
questionando o sentido daquilo. Dentre eles, apenas Kashyapa entendeu o gesto,
sorrindo. Shakyamuni Buddha percebeu que Kashyapa tinha compreendido, e lhe disse:
"O método de Meditação que ensino é ver as coisas como elas são, nada rejeitar e
tratar as coisas com alegria, vendo claramente sua face original. Esse Dharma
misterioso transcende a linguagem e os princípios racionais. O pensamento lógico não
pode ser usado para obter a Compreensão; apenas com a sensibilidade da não-mente
alcança-se a Verdade. Vós compreendestes. Por isso, concedo-lhe a partir deste
momento o espírito do Dhyana."
69. Uma
Certa vez estava Buddha sentado sob uma árvore, com os seus discípulos reunidos à
sua volta esperando que ele iniciasse seu discurso. Em determinado momento, Buddha
calmamente inclinou-se e colheu uma flor. Levantou-a à altura de seu rosto e girou-a
suavemente. Seus discípulos ficaram espantados e confusos, e murmuraram entre si
questionando o sentido daquilo. Dentre eles, apenas Kashyapa entendeu o gesto,
sorrindo. Shakyamuni Buddha percebeu que Kashyapa tinha compreendido, e lhe disse:
"O método de Meditação que ensino é ver as coisas como elas são, nada rejeitar e
tratar as coisas com alegria, vendo claramente sua face original. Esse Dharma
misterioso transcende a linguagem e os princípios racionais. O pensamento lógico não
pode ser usado para obter a Compreensão; apenas com a sensibilidade da não-mente
alcança-se a Verdade. Vós compreendestes. Por isso, concedo-lhe a partir deste
momento o espírito do Dhyana."
69. Uma
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